Do medo da câmera ao seu primeiro vídeo — com uma criadora de conteúdo e uma psicoterapeuta pra entender de onde vem a vergonha de aparecer e gravar de verdade.
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Você pensa no vídeo mil vezes na cabeça. Já sabe o assunto, já montou a frase, já imaginou a legenda. Sabe que precisa aparecer pra divulgar seu trabalho, começar seu canal, mostrar o que faz.
Mas na hora de ligar a câmera, o coração dispara, a mão sua, a voz some e vem aquele "e se acharem ridícula?"
Você não se reconhece na tela. Se incomoda de ouvir a própria voz. Acha o rosto estranho, o sorriso forçado, o corpo errado. Repara só nos defeitos.
Aí começa o ciclo: grava, assiste, se critica, apaga. Grava de novo. Dez, quinze vezes. E não posta nenhuma. Quando vê, já passou uma hora e a sensação é de fracasso.
No fundo, é o medo do julgamento. Fica imaginando o que vão pensar — os conhecidos, a família, os colegas, aquela pessoa específica. "E se rirem de mim? E se acharem que sou exibida? E se eu falar besteira e ficar marcada?"
Então você inventa que vai gravar "quando estiver mais magra", "quando comprar uma luz melhor", "quando souber mais". Mas você sabe que esse dia nunca chega — a câmera continua desligada.
E o pior: você adia, de novo. E vê outras pessoas — que sabem menos que você — aparecendo, crescendo, sendo lembradas e fazendo acontecer. Enquanto a sua mensagem, que poderia ajudar tanta gente, continua presa aí dentro.
Existem mil dicas de "como gravar vídeo". Mas quase nenhuma trata a raiz emocional do medo de aparecer.
No DESTRAVA você tem os dois lados na mesma sala:
A Cris Torres te mostra de onde vem o travamento — e como soltar de verdade, sem forçar.
A Lucilene te mostra como gravar com o celular, sem vergonha e sem perfeccionismo — e te faz gravar ali mesmo.
📅 27 de junho · das 8h às 11h da manhã
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